Homem usando o notebook.

Muitas vezes, temos nossos dados expostos porque não protegemos nossas informações de forma adequada. Vivemos em um mundo onde precisamos de senhas e outros tipos de autenticações a todo momento e, às vezes, para memorizar tudo isso acabamos inserindo as mesmas senhas para os mais diversos acessos: computador pessoal, e-mails, cartões, senhas bancárias, entre outros. No entanto, reutilizar a mesma senha é uma enorme falha de segurança, pois basta que um desses acessos seja comprometido para que toda a sua vida digital esteja exposta.

Hoje, como vivemos conectados, os métodos para capturar as senhas de pessoas desatentas são diversos. Desde arquivos baixados em um site de downloads não muito confiável, pop-ups, até páginas que instalam extensões em seu navegador ou “pescam” suas informações pelo método de phishing, utilizando um site falso que imita um site de banco, provedor de internet, ou qualquer outro que seduza o usuário de forma que o induza a digitar suas informações. Temos Keyloggers que gravam e enviam tudo que digitamos para um terceiro (Hackers, Crackers e afins), incluindo as nossas senhas.

 

E como estar seguro?

A minha dica é que adote pelo menos uma senha para cada nível de segurança das suas informações. Uma senha para bancos e acessos vitais empresariais, uma outra para coisas medianas e corriqueiras e até mesmo uma senha simples para acessos sem muita importância.

Para o que for mais importantes o ideal é que se utilize tokens de segurança, verificações em 2 ou mais fatores (senha e confirmação por SMS) ou senhas bem elaboradas contendo letras maiúsculas, minúsculas, números e caracteres especiais.

Outra dica é que você elabore uma senha complexa para outras pessoas, mas simples para você. Por exemplo: pense em um acontecimento importante na sua vida, que só você ou pouquíssimas pessoas saibam, pegue a primeira letra da principal palavra do acontecimento. Adicione o dia, mês ou ano do acontecimento. Com isso já temos uma letra e 2 números.

Em seguida, pense em uma pessoa que participou desse acontecimento e pegue a primeira letra do nome dessa pessoa, seguido do dia do aniversário dela. Agora temos 2 letras e 4 números. Adicione alguns caracteres especiais entre eles e terá uma senha complexa. Veja o modelo mais detalhado abaixo:

– Cirurgia (acontecimento)
– 93 (ano da cirurgia)
– Olavo (nome do médico)
– 22 (dia do aniversário do médico)

Com isso, teríamos uma senha parecida com: C93#o22@. Um acesso complexo, mas fácil de lembrar para a pessoa que o criou!

 

JONAS PICHOLARO
Desenvolvedor Web

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